Este estudo tem por objetivo apresentar para reflexão alguns fragmentos da obra Estudos Sobre a Doutrina Secreta (Matéria, sua Natureza e Divisões), de autoria de Alice Ann Bailey, recebida telepaticamente do Mestre Ascensionado Djwhal Khul.
Fragmentos da Obra
Existe um Elemento Uni[multi]versal, que é ilimitado, inato [incriado] e imperecível. Tudo o mais, no mundo dos fenômenos, é constituído de aspectos diferenciados deste Único Elemento. [É por isto que os conceitos cosmológicos de Átomo Primordial, Grande Expansão e Grande Colapso são equívocos inconciliáveis e incompossíveis. É por isto também que todas as desarmonias, desavenças, rixas, discórdias e guerras são igualmente equívocos inconciliáveis e incompossíveis.]
Animação Simbólica
Hierarquias Terrestres
(Animação Simbólica)
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Entrelaçamento Quântico Unimultiversal
(Indestrutível, Inabalável, Imutável)
a) O Uno é o Anel e também os Anéis que estão dentro do Anel.
b) O Uno é a origem dos Elementos.
c) O Elemento Único é diferenciado em Sete.
Imagem Simbólica
d) Os Elementos são as bainhas.
e) Chama-se Fogo.
f) Existem apenas Quatro Elementos.
g) O Quinto se manifestará na próxima Ronda (a Quinta).
h) A matéria é a Raiz de tudo. Suas radiações são periodicamente agrupadas em formas graduadas do Espírito Puro à matéria densa.
i) Espírito e Matéria são os dois pólos da mesma Substância Homogênea: o Princípio Fundamental do Uni[multi]verso.
j) Isto é dualidade.
k) Estes são pares de opostos. Ou seja: Pai e Mãe.
O primeiro e fundamental Dogma do Ocultismo é a Unidade Universal, sob três aspectos.
a) Esta é a triplicidade.
b) Estas são as Três Pessoas da Trindade em a Natureza. Ou seja: Pai, Mãe e Filho.
Do Uno-trino emanaram Sete Deuses Primordiais Autogerados.
a) Este é o Septenário.
b) Cada um era, é ou está se preparando para ser um homem.
Animação Simbólica
Animação Simbólica
Espírito (ou Ideação Cósmica) e Substância Cósmica são uma coisa só, e incluem os Quatro Elementos.
Os Quatro Elementos
[A ordem correta do desenvolvimento dos Quatro Elementos,
segundo os Ensinamentos Secretos, é: Fogo, Ar, Água e Terra.]
O Espírito é a matéria do sétimo plano; a matéria é o espírito em seu ponto mais baixo de atividade cíclica, e ambos são maya [conceito filosófico hindu de ilusão].
Maya
(Animação Simbólica)
.A Ideação Cósmica se concentra em um princípio e produz consciência.
Espírito e Matéria são duas facetas da Unidade Incognoscível.
A matéria, afinal, nada mais é do que a essência de nossos próprios estados de consciência, e o Espírito, é uma idéia – uma intuição psíquica.
A capacidade de percepção existe em sete aspectos diferentes, de acordo com as sete condições da matéria.1
O próprio homem é o separador do Uno em vários aspectos opostos.
A matéria é a totalidade da existência no Cosmos que entra em qualquer um dos planos de percepção possível. Esta é a Teoria Hilozoísta. Hilozoísmo é a doutrina de que toda a matéria é dotada de vida.2
Ser: aquilo que é.
Divino: aquilo que prediz ou que profetiza.
As entidades são de três tipos: a) Cósmicas, externas ao sistema. Exemplos: os Três Logoi, os Lipikas e os Sete Homens Celestiais; b) Solares ou pertencentes ao Sistema (os Exércitos da Voz); e c) Lunares ou interplanetárias (os progenitores da Humanidade).
O Absoluto, Parabrahma: a grande totalidade de todos os estados de consciência.
Espaço [Espaço-tempo]: a Qualidade encarnada do Som.
Rio do Tempo3
Os Três Logos: Fogo - O Primeiro Logos: Fogo Elétrico; Luz - O Segundo Logos: Fogo Solar "Eu sou a Luz"; Chama - O Terceiro Logos: Fogo por Fricção.
Os Quatro Lipikas separam o Plano do Espírito Puro do Plano da Matéria, e podem atravessar o Círculo Não se Passa. Estão relacionados ao carma e à vida após a morte.
Fohat (ou eletricidade) é a Entidade Elétrica Primordial.
Os Sete Homens Celestiais, em sua totalidade, constituem o Grande Homem do Céu – o Logos. Outros nomes para esses seres são: a) os Sete Logoi (ou Espíritos Planetários), os Prajapatis, os Sete Senhores dos Raios, os Dyhan Chohans, os Sete Espíritos Diante do Trono. os Sete Arcanjos e os Sete Construtores. Eles são as Entidades que incorporam o Raio Divino, o Raio do Segundo Logos, da mesma forma que Fohat e seus sete Irmãos constituem a totalidade do Raio Primordial.
Os Homens, as Mônadas e as Unidades de Consciência, em sua totalidade, constituem os Corpos dos Sete Homens Celestiais. Cada Mônada é encontrada em um dos sete Raios.
A esfera do Corpo do Senhor Deva de um plano é o plano inteiro.
Os Devas construtores são entidades envoltas nos Reinos [Hierarquias] Mineral, Vegetal e Animal.
A vida do Terceiro Logos: o átomo da matéria.
A vida do Segundo Logos: grupos de átomos organizados em formas. Plantas e animais.
A vida do Primeiro Logos: formas habitadas pelo Espírito Mais Elevado.
O Espírito de um planeta é a soma total das muitas vidas em decomposição no planeta.
Existem sete criações primárias e sete criações secundárias. As primeiras são as forças autoevolutivas da Força Única Sem Causa; as últimas são aquelas que trazem o Uni[multi]verso à manifestação e emanam dos elementos divinos já diferenciados. O primeiro grupo se constitui das forças (Entidades Espirituais) responsáveis pela Criação. São elas: os sete Espíritos diante do Trono, os sete Prajapatis, os sete Raios, as sete Shaktis (ou Forças), os sete Logoi Planetários, os Sete Mestres Construtores e os Sete Anjos da Presença.
O primeiro grupo compreende o Raio Divino, o Filho em manifestação – o Cristo Cósmico.
O segundo grupo é o Raio Primordial, que fornece o veículo para o primeiro. É o Espírito Santo e a Virgem Maria.
Todo princípio no homem tem sua raiz em a natureza desses grandes seres. O homem é uma composição de todas as essências dessas Hierarquias Celestiais.
As Seis Forças (modos de energia) da Natureza correspondem à qualidade dinâmica ou característica de um Logos Planetário – a Vida do Homem Celestial orientada para uma determinada direção. São as seguintes:
1ª) Parashakti: literalmente, a força suprema, energia e radiação na e da substância. Talvez, a energia do Logos do Segundo Raio, do Amor-Sabedoria.
2ª) Jnanashakti: a força do intelecto ou da mente. O aspecto manásico sintético. Talvez, a energia do Logos do Terceiro Raio, que sintetiza os quatro raios menores, da Inteligência Ativa.
3ª) Ichchhashakti: o poder da vontade ou força na produção da manifestação. Talvez, a energia do Logos do Quinto Raio, do Conhecimento Concreto.
4ª) Kriyashakti: a força que materializa o ideal. Talvez, a energia do Logos do Sexto Raio, da Devoção ou do Idealismo.
5ª) Kundalini Shakti: a força que alinha as relações internas com as externas. Talvez, a energia do Logos do Sétimo Raio, da Magia Cerimonial, que adapta forma e essência, uma à outra, no plano físico.
6ª) Mantricashakti: a força latente no som, nas palavras e na música. Talvez, a energia do Logos do Quarto Raio, da Harmonia, da arte etc.
Estas seis forças estão sintetizados no Primário, o Sétimo. O Logos é a soma total de todos os Seus Princípios. A mônada é a síntese dos sete princípios.
Como regra geral, sempre que Sete Entidades são mencionadas na Antiga Ciência Oculta, da Índia, em qualquer sentido, deve-se presumir que essas Sete Entidades surgiram a partir de Três Entidades Primárias e que, por sua vez, essas Três Entidades procedem de Uma Única Entidade ou Mônada. Temos um exemplo bem conhecido: os sete raios coloridos da luz solar procedem dos três primeiros raios coloridos primários; e as outras três cores primárias coexistem com as quatro cores secundárias no raio solar. Da mesma forma, as Três Entidades Primárias que trouxeram o homem à existência coexistem nele com as Quatro Entidades Secundárias, que vêm de diferentes combinações das Três Entidades Primárias. (Subba Rao, em Cinco Anos de Teosofia).
Imagem Simbólica
Toda a Ciência do Ocultismo se fundamenta na natureza ilusória da matéria e na divisibilidade ilimitada do átomo. [A divisibilidade ilimitada do átomo tem um limite. Hoje, admite-se que este limite seja o Bóson de Higgs.4]
O Elemento Único e Indiferenciado – o Homogêneo – se torna Heterogêneo. O Uno se torna muitos. A Unidade se torna diversidade. [No livro A Idéia de Deus, José Pereira de Sampaio, que se deu a conhecer pelo apelido Bruno (Sampaio Bruno), em homenagem ao Filósofo Italiano renascentista Giordano Bruno (1546 – 1600) – nascido em 30 de novembro de 1857, na Cidade do Porto, Portugal, na qual também viria a fazer o seu Rito de Passagem, em 11 de novembro de 1915 – afirmou: No princípio era a Perfeição, o Espírito Homogêneo e Puro. No segundo momento, mercê do efeito dum mistério, temos o Espírito diminuído e a seu par a diferença que se tornou heterogênea, isto é o mundo. No terceiro momento, reintegrar-se-á o Espírito Puro, pela absorção final de todo o heterogêneo. Assim, três são os instantes supremos do crescimento. Um: é o Espírito Homogêneo e Puro, que foi e há-de voltar a ser. Eis o ponto de partida e eis o ponto de chegada. Outro: é o Espírito Puro, mas, diminuído atualmente pelo destaque separativo do Uni(multi)verso. Enfim, o outro ainda: é esse Uni(multi)verso que aspira regressar ao homogêneo inicial.]
Animação Simbólica
(± incorreta porque o UM não se desestrutura)
Animação Simbólica
(± incorreta porque o HOMOGÊNEO não se desestrutura)
Animação Simbólica
(± incorreta porque a UNIDADE não se desestrutura)
A luz é matéria e a escuridão é Espírito Puro.
O Desejo Cósmico se transforma em LLuz Absoluta.
A LLuz Primordial é o Sétimo Princípio ou Princípio Superior.
O Éter é a Quintessência da Energia.
Akasha é a síntese do Éter.
O Mar de Fogo é o Super Astral.
O Fogo é uma Divindade que preside o tempo.
O Éter é a alma da matéria.
Observação final: não importa se você compreendeu ou não todo este difícil texto esotérico. Até certo ponto e em um certo sentido, isto, no momento, é irrelevante. Importa, sim, importa tudo, é ter a humildade consciente de que nós (todos nós) não sabemos nada e de que nós nunca saberemos tudo. Todos nós, sem exceção, somos Eternos Peregrinos Estudantes, em um processo de aprendizagem permanente (
). Ninguém jamais será absolutamente sábio nem absolutamente livre. Sempre haverá algo a aprender, sempre haverá algo para ser conhecido, sempre haverá algo para ser atualizado. Sempre.
A Conscientização Assintótica Progressiva, uma metáfora para evolução contínua,
é a progressão contínua da mente, na qual a consciência se aproxima de um ponto
infinito, um nível maior de entendimento, sem atingi-lo de forma imediata ou finita.
A animação abaixo é outra maneira de compreender a Conscientização Assintótica.
(Gráfico Animado Simbólico)
Conscientização Assintótica Progressiva
(Animação Simbólica)
______
Notas:
1. Além dos três estados clássicos (sólido, líquido e gasoso) ensinados na escola, a Física Moderna identifica outros estados da matéria, que ocorrem em condições extremas de temperatura e pressão, quais sejam
Sólido: as moléculas possuem energia cinética mínima, estão muito próximas e interagem fortemente, conferindo forma e volume definidos.
Líquido: com mais energia que o estado sólido, as moléculas mantêm alguma ligação, mas, podem deslizar umas sobre as outras, resultando em volume definido, porém, forma variável.
Gasoso: as moléculas possuem alta energia cinética, estão espalhadas livremente e não possuem volume ou forma definidos.
Plasma: um gás ionizado de alta energia, no qual os elétrons são liberados dos átomos, comum no Sol e em lâmpadas fluorescentes.
Condensado de Bose-Einstein (BEC): ocorre em temperaturas ultrabaixas (próximas ao zero absoluto), no qual os átomos param de se comportar como partículas individuais e se unem em um único "superátomo".
Condensado de Férmions: um estado superfluido formado por pares de férmions em temperaturas extremamente baixas, relacionado ao Condensado de Bose-Einstein, mas, composto de férmions em vez de bósons.
Superfluido de Polaritons (ou Plasma de Quarks-Glúons): Superfluidos são materiais que fluem com viscosidade zero. Um dos mais exóticos é o superfluido de polaritons, descoberto em condições de laboratório. Outra forma de altíssima energia é o Plasma de Quarks-Glúons, no qual prótons e nêutrons se quebram.
A definição exata dos sete estados da matéria pode variar ligeiramente entre pesquisadores, incluindo também estados como: matéria degenerada, cristais de tempo ou superfluido de polaritons, como sendo o sétimo estado.
2. Hilozoísmo (do grego hyle, matéria, e zoe, vida) é um termo que designa uma concepção da matéria e, por extensão, de toda a Natureza. Os hilozoístas consideram que toda a realidade, inclusive a inerte, está dotada de sensibilidade e, portanto, animada por um Princípio Ativo. Foi a Doutrina da Escola Jônica Grega (séculos VII a VI a.C.), Escola pertencente ao grupo de filósofos chamados pré-socráticos. A Escola Estóica chegou a considerar o Unimultiverso como um ser vivo. O Estoicismo foi fundado na Antiga Ágora, de Atenas, pelo filósofo helenístico Zenão de Cítio (Cítio, 333 a.C. – Atenas, 263 a.C.) por volta de 300 a.C., e floresceu em todo o mundo greco-romano até o século III d.C.
3. Joshua Michael McConkey (nascido em 18 de setembro de 1977), também conhecido como Josh McConkey, propõe o seguinte raciocínio: Vamos imaginar uma maçã partindo do espaço, a 1.600 quilômetros acima de um planeta. Conforme ela "sente a gravidade" e começa a cair, uma pequena parte do seu fluxo temporal se converte em um Rio do Espaço-tempo, ao longo do qual a maçã "quer" fluir. A maçã se sente em repouso. Uma formiga sobre a maçã se sentiria sem peso em seu adorável traje espacial. Isto ocorre porque o referencial, a força gravitacional do espaço na qual o objeto está inserido, está, de certa forma, fluindo em direção ao centro do planeta, como um Rio do Espaço-tempo. Devo enfatizar, entretanto, que o próprio espaço-tempo não está fluindo e arrastando a maçã, assim como o espaço-tempo não é uma força de arrasto em um foguete em aceleração. Em vez disso, o próprio espaço-tempo é modificado pela aceleração do foguete ou pela presença da maçã perto de uma forte fonte de gravidade (como um planeta). É esta modificação no espaço-tempo local que converte parcialmente o fluxo temporal de um objeto em uma sensação de atração no espaço, que é sentida como gravidade ou força inercial.
Fonte: https://panalysis.substack.com/p/rivers-of-spacetime
4. O Bóson de Higgs é uma partícula elementar bosônica, prevista pelo Modelo Padrão de Partículas (Teoria Física que admite que o Unimultiverso é formado por 17 partículas), teoricamente surgida logo após ao Big Bang, de escala maciça hipotética, predita para validar o Modelo Padrão atual de Partículas, e provisoriamente confirmada em 14 de março de 2013. Representa a chave para explicar a origem da massa das outras partículas elementares. Todas as partículas conhecidas e previstas são divididas em duas classes: férmions (partículas com spin da metade de um número ímpar) e bósons (partículas com spin inteiro). A compreensão dos fenômenos físicos que faz com que certas partículas elementares possuam massa e que haja diferença entre as forças eletromagnética (cuja interação é realizada pelos fótons) e a força fraca (cuja interação é feita pelos bósons W e Z) são críticas em muitos aspectos da estrutura da matéria microscópica e macroscópica; assim se existir, o Bóson de Higgs terá um efeito enorme na compreensão do mundo em torno de nós. O Bóson de Higgs foi predito, inicialmente, em 1964 pelo físico teórico britânico e professor emérito da Universidade de Edimburgo Peter Higgs (Newcastle Upon Tyne, 29 de maio de 1929 – Edimburgo, 8 de abril de 2024), trabalhando as idéias de Philip Anderson. Entretanto, desde então não houve condições tecnológicas de buscar a possível existência do Bóson, até o funcionamento do Grande Colisor de Hádrons (LHC), em meados de 2008. A faixa energética de procura do Bóson foi se estreitando e, em dezembro de 2011, limites energéticos se encontram entre as faixas de 116-130 GeV, segundo a equipe ATLAS, e entre 115 e 127 GeV de acordo com o CMS. Em 4 de julho de 2012, foi anunciado que uma partícula desconhecida e com massa entre 125 e 127 GeV/c2 foi detectada; físicos suspeitaram, na época, que se tratava do Bóson de Higgs. Em março de 2013, foi provado que a partícula se comportava, interagia e decaía de acordo com as várias formas preditas pelo Modelo Padrão, além de provisoriamente se provar também que ela possuía paridade positiva e spin nulo, dois atributos fundamentais de um Bóson de Higgs, indicando fortemente a existência da partícula. Enfim, será que o Bóson de Higgs é a partícula fundamental que o filósofo pré-socrático da Grécia Antiga Demócrito de Abdera (cerca de 460 a.C. – 370 a.C.), discípulo e depois sucessor do filósofo grego Leucipo de Abdera (primeira metade do século V a.C.) denominou átomo (do grego: a, negação; e tomo, divisível – átomo = indivisível)? De acordo com a Teoria Atômica de Demócrito, tudo o que existe é composto por elementos indivisíveis chamados átomos.
Evento no Bóson de Higgs visto pelo Solenóide de Múon Compacto
(Foto: Lucas Taylor/CERN/Wikimedia Commons)
Música de fundo:
Air on a G String
Composição: Johann Sebastian Bach
Interpretação: The Berlin Philharmonic Orchestra; maestro: Sir Simon RattleFonte:
https://www.youtube.com/watch?v=GMkmQlfOJDk
Observação:
Admite-se que esta música esteja associada ao Mestre Ascensionado Djwhal Khul.
Páginas da Internet consultadas:
https://br.pinterest.com/pin/peace-gif-peace-
discover-share-gifs--192599321551717403/https://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%B3son_de_Higgs
https://iconscout.com/lottie-animations/app-state?page=4
https://makeagif.com/gif/this-gif-H1AO8b
https://giphy.com/explore/atomic-energy
https://tenor.com/pt-BR/search/optical-illusion-animated-gif-gifs
https://www.mun.ca/biology/scarr/4270_The_Four_Elements.html
https://oceanodeteosofia.com/djwhal-khul-bailey
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