É com imensa satisfação e alegria que estou divulgando este trabalho esclarecedor, que se constitui de uma pequena coletânea de fragmentos garimpados (eventual e didaticamente editados, sem alterar o conteúdo da mensagem, comentados e pitacados por mim) na obra O Império Invisível, de autoria de Raymond Bernard, que, basicamente, aborda temas relativos à Atlântida (4ª Raça-raiz), insólitos e desconhecidos da imensa maioria das pessoas, a ele transmitidos por um Mestre Desconhecido, em três encontros sucessivos: em Bruxelas, em Genebra e em Paris. Seja como for, o fato é que é impossível se ter uma idéia concertada sobre a Atlântida sem ter lido as obras Timeu e Crítias, de autoria do Filósofo, Matemático e Iniciado grego Platão (Atenas, 428/427 a.C. – Atenas, 348/347 a.C.), do período clássico da Grécia Antiga – dois diálogos inacabados que formam uma unidade temática. Em acréscimo, três auxílios esclarecedores, facilitadores e confirmadores também são, por exemplo, as séries televisivas Expedientes Secretos, transmitida no The History Channel, apresentada pelo jornalista mexicano e ufólogo Jaime Maussan, e Alienígenas do Passado, que estreou em 20 de abril de 2010, no mesmo Canal, na qual um dos principais consultores é o produtor e escritor suíço Giorgio A. Tsoukalos, e as informações divulgadas por Luis Elizondo, ex-oficial de contrainteligência do Departamento de Defesa dos EUA (Pentágono) – renomeado para Departamento de Guerra, por uma ordem executiva do Presidente Donald Trump, em setembro de 2025 – que liderou o Advanced Aerospace Threat Identification Program (Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais – AATIP) e se tornou uma figura proeminente na divulgação da existência de OVNIs (UAPs), tendo renunciado em 2017, para protestar contra o sigilo e a falta de seriedade na investigação desses fenômenos, que ele acredita serem reais e de origem não-humana, defendendo a divulgação de informações e investigações mais aprofundadas. Luis Elizondo afirmou: a Humanidade, de fato, não é a única forma de vida inteligente no Uni[multi]verso e não é a espécie dominante, no que está absolutamente correto e é inteiramente incontrastável. Enfim, como disse Raymond Bernard, chegou o momento em que o Oculto [que só permanece oculto para os que não sabem VER) deve ser descoberto com prudência. Mas, por otro lado, como afirmou o Mestre Desconhecido, os enigmas só serão resolvidos no momento em que não houver nenhum perigo a temer. Bem, seja como for, a Atlântida vive! Somos seus guardiães!
Animação Meramente Pictórica
Close Encounters of the Third Kind – Five Tones Theme
[Josef Allen Hynek, que trabalhou com a Força Aérea dos Estados Unidos
no Project Blue Book (Projeto Livro Azul), foi contratado como consultor
científico do filme. Hynek disse que, embora o filme seja una ficção,
ele é baseado, em grande parte, nos fatos conhecidos do mistério
dos OVNIs, e, certamente, ele capta a essência do fenômeno.
Nós nunca estivemos, não estamos e jamais estaremos sozinhos!
O Unimultiverso sempre esteve coalhado de vida inteligente, mas,
como disse Luis Elizondo, nós não somos a espécie dominante.
Ora, como poderemos ser a espécie dominante, se ainda matamos
por fúteis razões de Estado e queremos anexar nações soberanas?
Precisamos ultrapassar já as nossas nefelibatices e ridiculices ou...
Precisamos aprender a ser altruístas, desapegados e minimalistas.]
Breve Biografia
Raymond Bernard
Raymond Bernard, humanista, pensador místico, homem de letras e perpetuador das grandes tradições ocidentais, nasceu no dia 19 de maio de 1923, na região de Isère, na França. Formou-se em Direito pela Faculdade de Grenoble, e, desde cedo, ligou-se ao Misticismo Iniciático e à Tradição. Como Alto Iniciado, desempenhou diversas atividades da mais elevada relevância e da mais superlativa responsabilidade em vários cargos oficiais no âmbito de Fraternidades e Ordens Místicas, particularmente na Ordem Rosacruz – AMORC e na Ordem Soberana do Templo Iniciático – OSTI, da qual, nesta última, foi fundador e primeiro Grão-Mestre. Com o passar do tempo, Bernard decidiu delegar suas funções para os mais jovens, afastando-se de todas as atividades públicas. Ao lado da dedicada esposa Yvone e após ter dedicado seus dias ao estudo e à meditação, fez sua Grande Iniciação no dia 10 de janeiro de 2007.
Fragmentos da Obra
Se o continente chamado Atlântida desapareceu há milhares de anos, os atlantes nunca deixaram de se perpetuar, e ainda existem [e estão entre nós] nos dias de hoje. [Atlântida (em grego clássico:
– tradução: Ilha de Atlas) é uma ilha mencionada nas obras Timeu e Crítias do filósofo grego Platão.]
A Queda da Atlântida, por François de Nomé
A Destruição da Atlântida, por Nicholas Roerich
A Visão de Leon Bakst da Catástrofe Cósmica da Atlântida
Sattu, Luiz Iria, Luciano Veronezi e Rodrigo Cunha (Mundo Estranho)
Neste mapa do século XVII, com o topo voltado para o sul, a
Atlântida é mostrada entre a América (à direita) e a África e a Europa.
O império invisível da eterna Atlântida deu prosseguimento à sua missão, no decorrer das eras, de uma maneira diferente, secreta, oculta, e, no entanto, real, vigilante e ativa, esperando o dia em que surgirá revestido do poder de antes, diante de uma Humanidade estupefata, à beira do abismo.
A Humanidade vive ou revive a história da Atlântida, e sempre foi assim, desde que o continente dos atlantes submergiu nas ondas do oceano.
É a Platão [um Iniciado nos Mistérios da Antigüidade, e, portanto, como a ele se referiu Raymond Bernard, um transmissor no sentido mais sagrado do termo] que a Humanidade profana deve tudo o que conhece a respeito da Atlântida. Na verdade, muito mais lhe foi comunicado, mas, ele foi autorizado a transmitir unicamente o que narram dois de seus diálogos: Timeu e Crítias.
Verdadeiramente, nada é novo sob o Sol – [nihil novi sub Sole (não há nada de novo sob o Sol), em Eclesiastes, I: 9] – e nossos tempos modernos não têm tanto que aprender como que redescobrir aquilo que o obscurantismo de dogmas moribundos, durante séculos, velou com sua feiúra ciumenta e medrosa. [Haverá coletânea de dogmas mais obscurantes e absurdos do que os impingidos pelo Catolicismo, particularmente os inventados depois do Concílio de Constantinopla, de 5 de maio a 2 de junho do ano 553, convocado pelo imperador bizantino Justiniano I, com participação majoritária de bispos orientais? Penso que não.]
Houve, com freqüência, e freqüentemente ainda haverá, destruições de homens causadas de diversas maneiras: as maiores pelo fogo e pela água, e outras menores, por mil outras coisas. [In: Timeu, apud Raymond Bernard.]
No Unimultiverso, destruição e reconstrução são ininterruptas.
(Em um sentido muito específico, DestruiçãoTransmutação.]
Os corpos que circulam no céu em volta da Terra se desviam de seu curso, e uma grande conflagração, que se produz a intervalos, destrói o que está na superfície da Terra. [In: Timeu, apud Raymond Bernard.]
Em primeiro lugar, vocês se lembram apenas de um dilúvio terrestre, entretanto, houve muitos antes daquele. [In: Timeu, apud Raymond Bernard.]
Não seria razoável crer que os deuses ignoram o que convém a cada um deles, nem que, sabendo o que melhor convém a uns, os outros tentem se apoderar justamente desta parte, criando a discórdia. [In: Crítias, apud Raymond Bernard.]
Ei, deus-inconsciente-roscofe:
por que matas tanto assim, estupor?
Caramba! Já é demais!
Se é por causa de poder, é bom parar,
pois, já causaste imensa dor!Ei, deus-inconsciente-roscofe:
se tu hoje estás ganhando,
certo é que, amanhã, irás perder.
A Lei da Causa e do Efeito
ajusta tanto o terno quanto o infando!Ei, deus-inconsciente-roscofe:
quem, de ti, poderá ter pena?
Fizeste múmias, viúvas e órfãos,
ofendeste os Deuses Eternos,
bagunçaste esta Onda Terrena!Ei, deus-inconsciente-roscofe:
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Mas, os fracassos da Natureza
e as não-entidades absolutas
na Oitava Esfera irão morar!
Na Atlântida, o oricalco, depois do ouro, era o mais precioso dos metais então conhecidos. [In: Crítias, apud Raymond Bernard. Oricalco, traduzido do grego
(de
, oros, que é montanha, e
, chalkos, que é cobre ou bronze), a tradução literal seria cobre da montanha ou metal da montanha.]
Oricalco
A Atlântida foi a própria Terra onde o homem, pela primeira vez, se elevou acima da barbárie e chegou à civilização. [Ignatius Donnelly, apud Raymond Bernard.]
Os deuses, as deusas e os heróis dos antigos gregos, dos fenícios, dos hindus e da mitologia nórdica não eram senão os reis, as rainhas e os heróis da Atlântida, e os atos ou feitos que lhes atribui a mitologia não são mais do que a lembrança confusa de acontecimentos pré-históricos reais. [Ignatius Donnelly, apud Raymond Bernard. Os teóricos dos Alienígenas do Passado (ou a Hipótese do Antigo Astronauta) defendem este mesmo conceito. A Carruagem de Ezequiel ou Merkabah, por exemplo, descrita no Livro de Ezequiel, (capítulo 1), da Bíblia, seria um exemplo de tecnologia mal compreendida, pois, na verdade, era o que hoje se denomina UAP – Fenômenos Aéreos Não Identificados ou Fenômenos Anômalos Não Identificados – (do inglês, Unidentified Aerial Phenomena ou Unidentified Anomalous Phenomena), uma evolução do termo OVNI – Objeto Voador Não Identificado (do inglês, UFO – Unidentified Flying Object).]
Unidentified Aerial-Anomalous Phenomena
US – Department of Defense, The New York Times, 2017
No que diz respeito à religião, a Atlântida já chegara a todas as concepções elevadas e fundamentais que, seja qual for na prática sua influência real, constituem, no entanto, as bases teóricas de quase todas as religiões modernas. A concepção do divino já se apurara o bastante para que os atlantes reconhecessem a existência de uma Grande e Primitiva Causa Primeira geral e toda-poderosa. Reencontramos o círculo do Deus Único no Peru e no Egito primitivo. Os povos desses países consideravam o Sol como o símbolo poderoso e o instrumento de um Deus Único — que manifestava, através Dele, a Sua Vontade. Uma concepção tão elevada só poderia ser o fruto de uma alta civilização. [Ignatius Donnelly, apud Raymond Bernard.]
Aton: Disco Solar, Deus do Antigo Egito
[Ó Aton vivo, Aquele que deu início à Vida...
Verso do Grande Hino a Aton, de autoria de Akhenaton]
Akhenaton, Nefertiti e Três de suas Filhas sob os Raios do Deus-Sol Aton
Os atlantes acreditavam que a [personalidade-]alma humana é imortal e deveria reviver em seu envoltório corporal. Em outros termos, acreditavam na ressurreição dos corpos e na vida eterna. Por esse motivo é que embalsamavam seus mortos. [Ignatius Donnelly, apud Raymond Bernard.]
A Verdade, para Illuminar, deve ser transmitida no momento preciso em que pode cumprir seu papel e atingir seu objetivo, e Aqueles-Que-Sabem conhecem o momento.
No que concerne aos Mestres Invisíveis, não significa, de modo algum, que eles tenham necessariamente abandonado o plano material e não disponham mais de um corpo físico. Por invisível, é preciso entender, simplesmente, que eles não são vistos ou reconhecidos de uma maneira geral. Para cumprir sua missão, de acordo com a Lei Estrita da Impessoalidade, Eles não se fazem conhecer, e evitam, deste modo, o culto pessoal que, para tantos postulantes do caminho místico, é um obstáculo irremediável.
De fato, não existe outro Mestre além daquele que cada um de nós tem em seu Coração: o Mestre Interior. Os Mestres Exteriores, verdadeiros ou falsos, não passam de seu reflexo, mais ou menos deformado.
O papel dos Mestres Invisíveis é, em primeiro lugar, o de Vigilantes Silenciosos, no Universo Iniciático e, depois, o de guias desconhecidos e, não obstante sempre presentes para o discípulo verdadeiro a quem aparecem. Entendam: dão a perceber sua presença – quando o discípulo está pronto.
Coincidência é uma palavra banal excluída do vocabulário magistral.
Este mundo não passa de um crisol temporário de experiências. O serviço é cumprido por si mesmo e não pelo que dele resulta para quem o faz. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Não irá longe aquele que não ultrapassar os duvidosos e quiméricos limites do seu ego e das suas emoções comuns. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Existe, de parte do mundo, uma atração aparentemente nova pela Atlântida, e isso, naturalmente, não se deve ao acaso. Esse enorme interesse que se expressa atualmente nos países mais distantes uns dos outros é, por assim dizer, provocado. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
A Atlântida é um continente submerso de que nem todos os habitantes desapareceram no terrível cataclismo. Os que se salvaram tiveram descendentes e esses descendentes existem ainda atualmente, e sabem que são atlantes! [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
A Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, construída à semelhança da Pirâmide Suprema, que ficava na Atlântida, mas, ainda assim, em uma medida diferente, perpetua para o mundo, a integralidade da Sabedoria Atlante. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
A Atlântida conhecia perfeitamente a natureza e a potência de certas forças cósmicas, particularmente as das correntes telúricas, e as aplicava com atenção à agricultura e, ainda mais, talvez, principalmente, à conservação harmoniosa dessas correntes, para evitar qualquer catástrofe geológica que estivesse no poder do homem conjurar. As pirâmides atendiam também a essa finalidade, pelo lugar devidamente estudado em que eram edificadas. Em outros lugares, bastavam pontos de proteção. Este é o caso, por exemplo, dos dólmens e menires que marcavam, com precisão, os lugares de conjunção das forças, de focalização da energia uni[multi]versal, onde cerimônias eficazes podiam se realizar. O mesmo acontece com essas numerosas pedras, de tamanho mais ou menos considerável, que ainda se vêem espalhadas pelo mundo, em propriedades, campos, até mesmo em cidades. Mas, essas tinham por objetivo exclusivo, digamos, desenvolver a Energia Cósmica e favorecer as colheitas. Além disso, pode-se considerar que todos esses elementos secundários estavam ligados, do ponto de vista da Energia, à Pirâmide Suprema. A Terra inteira constituía, desse modo, um receptáculo eficaz para a totalidade das Forças Cósmicas. Naturalmente, só o Colégio dos Sábios tinha conhecimento disso. O povo atlante e os países colonizados utilizavam de maneira prática os efeitos desse saber, assim como atualmente muitos usam a eletricidade sem ter conhecimentos precisos sobre o assunto. Disso resultou, algumas vezes, um uso abusivo e acidentes e, finalmente, tendo a Pirâmide Suprema sido alterada, em conseqüência de manobras ignorantes e ambiciosas [magia negra], a catástrofe planetária que submergiu a Atlântida transformou a superfície da Terra, e isto ficou gravado na imaginação popular com o nome inexato de dilúvio. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Grande Pirâmide de Gizé
(Planalto de Gizé, Egito)
Grande Pirâmide de Tepanapa, Cholula ou Tlachihualtepetl
(Concepção artística da Pirâmide em seu auge – Cholula, Puebla, México)
Stonehenge
(Inglaterra, Condado de Wiltshire, Planície de Salisbury)
Rochas de Carnac
(Comuna de Carnac, Bretanha, França)
Cromeleque dos Almendres
(Freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, Município de Évora, Distrito de Évora, Portugal)
Göbekli Tepe
[Sanliurfa (Urfa), no sudeste da Turquia]
Com o passar do tempo, confundiu-se exoterismo com Esoterismo, desnaturou-se a pureza dos símbolos, até fazer deles uma pavorosa caricatura, deu-se ao gesto ou à Ação Iniciática e Simbólica um valor real que salientava uma pretensa crueldade, como se, pelo fato da tradição ocidental afirmar que o Iniciado matará o Iniciador, pudéssemos admitir que essa imagem exprime um ato real! Confundiu-se superstição e conhecimento; recobriu-se com o nome impróprio de fetichismo toda uma Sabedoria Autêntica. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Tudo o que, no passado, pôde parecer epifenômeno – acidental ou acessório – no campo do conhecimento e da tradição autêntica é simplesmente a perpetuação de conhecimentos atlantes esparsos, moldados, após a catástrofe, em um quadro conveniente do ponto de vista psicológico e simbólico, aos países onde essa perpetuação devia se cumprir. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Foi o próprio homem (e sua ambição desmesurada) o responsável pela catástrofe em que desapareceu a Atlântida. [Ambição Desmesurada = Magia Negra.]
Seja como for, acabou soando a hora da involução: o paraíso atlante deveria desaparecer, para que o mundo pudesse despertar para a Consciência Uni[multi]versal, guardando confusamente no Coração a lembrança do sábio continente perdido, e perpetuando sobre a Terra, quase sempre sem o compreender ou sem conhecer sua origem, aquilo que os atlantes haviam transmitido em numerosos campos práticos.
Os Sábios Supremos Atlantes se refugiaram no Egito, onde guardaram os conhecimentos científicos e técnicos da Atlântida. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [Em uma de suas leituras, o clarividente americano Edgar Cayce (18 de março de 1877 – 3 de janeiro de 1945) afirmou: Antes que a Atlântida desaparecesse sob as ondas, houve um êxodo de muitos atlantes para, por exemplo, o Antigo Egito. O Grande Dilúvio Bíblico afundou os últimos grandes remanescentes da Atlântida. Muitos atlantes que conseguiram escapar, na esperança de preservar um Registro de sua civilização, criaram dois arquivos separados, com toda a sua história e suas realizações, para que pudessem ser preservadas para a posteridade. Um destes arquivos está enterrado em uma câmara secreta sob uma das patas da Esfinge, no Planalto de Gizé, no lado oeste do Rio Nilo.]
Edgar Cayce
Agora, é o mundo inteiro que está sendo chamado para se tornar uma Nova Atlântida. O tempo da escolha está se aproximando. Este tempo será marcado pelo ressurgimento da Atlântida – o renascimento do continente desaparecido diante da Humanidade estupefata. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [Nova Atlântida é um romance utópico incompleto do político, filósofo empirista, cientista e ensaísta inglês, amplamente reconhecido na Tradição Rosacruz como Imperator da Ordem Rosacruz na Europa, Francis Bacon (Londres, 22 de janeiro de 1561 – Londres, 9 de abril de 1626), publicado inicialmente, em julho de 1626, poucos meses após a morte de autor, como um apêndice da obra Sylva Sylvarum. Na Nova Atlântida, o autor expressa suas aspirações e ideais para a Humanidade, expondo sua visão do futuro, que inclui a evolução do conhecimento humano.]
Nova Atlântida
(Animação Simbólico-pictórica)
A Suíça é um dos países do mundo que mais admiro. Se se supõe que todos os caminhos levam a Roma, a maioria deles passa por Genebra...
Quantos erros não nos arriscaríamos a cometer, julgando um Mestre Desconhecido por seu comportamento exterior, sem conhecer os móveis secretos de seus atos? [Sempre que julgamos alguém, nós o fazemos com base em nossa cultura pessoal e com os preconceitos recônditos, que, muitas vezes, nem sabemos que os temos, o que faz com que qualquer julgamento de valor, em contraste com um juízo de fato, seja e esteja, de maneira geral, equivocado, deformado, desvirtuado. Bolas! Não se julga nada nem o umbigo ninguém!]
Por quê?
Por quê?
Por quê?
Quaisquer palavras recebidas ou ensinamento transmitido terão pouco efeito [talvez, até nenhum] sem uma adesão interior integral de quem os recebe, pois, o dissentimento impede que possam ser ultrapassados em uma síntese, que inclua o que foi ensinado, suas conseqüências e sua relação com a Sabedoria Absoluta. [Para avançarmos na Senda, duas coisinhas preambulares são básicas: paciência e, acima de tudo, humildade.]
Todo o conhecimento atlante foi preservado pelos sábios e ocultado para ser transmitido, por eles e seus sucessores, à Humanidade, de forma progressiva, levando em conta seu desenvolvimento e sua capacidade, com o passar das idades, a tirar um proveito amplamente construtivo daquilo que ela acreditaria serem novas descobertas. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Os aviões modernos não são, de forma alguma, comparáveis na forma às máquinas voadoras dos atlantes; mas, o resultado é idêntico, pois, uma mesma lei ou causa produz necessariamente os mesmos efeitos. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Toda a civilização material que a Humanidade conseguiu realizar é um ressurgimento dos conhecimentos atlantes, e assim continuará sendo, até o momento da Grande Escolha. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
De onde vinha a Sabedoria adquirida pelos atlantes? Essa Sabedoria vinha de fora, de uma outra galáxia, e foi trazida para a Terra por aqueles que se tornaram os primeiros Chefes [Reis] da Atlântida. Insisto: os primeiros Chefes do continente atlante não eram terrestres. Assim, os missionários (que a massa [ignorante] tinha a tendência de considerá-los como deuses dotados de um infinito poder) empreenderam a educação do povo mais avançado da Terra — os atlantes — e dele fizeram o guia do resto da Humanidade. Eis aí de onde vem todo o conhecimento do mundo, e, de espanto em espanto, o mundo [a Humanidade] continuará a caminhar, [até Compreender e se Libertar]. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Mas, mesmo entre aqueles que vieram, a maior parte regressou, abandonando, para sempre, aqueles que ficaram, à obra que decidiram realizar, num irresistível movimento de compaixão e misericórdia para com os seres rudimentares que povoavam a Terra. [Bolas! Quem desrespeita o Direito Internacional, e criminosamente invade uma nação soberana, mata a população e anexa o seu território continua sendo muito, muito menos do que rudimentar e sesquipedalmente limitado no que concerne a valores morais, intelectuais e psicológicos.
. O fato é que, da Atlântida até hoje, uma parte gigantesca da Humanidade continua a peidar do sofá (e dizer que foi o miau), a comer pão com meleca e a não usar duchinha higiênica!] [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
O Uni[multi]verso é uma unidade. Não é excessivo dizer que os homens são os elos distintos de uma mesma corrente. Isso acontece com o Uni[multi]verso inteiro, onde nada é separado, senão para a consciência humana. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Entrelaçamento Quântico Unimultiversal
(Animação Simbólica)
Para aqueles que se esforçam para se sobrepujar a si mesmos, para ir além de seu pobre raciocínio e dos limites impostos pela própria encarnação, o Uni[multi]verso lhes aparecerá sob seus horizontes mais secretos. Na verdade, vale mais a pena correr o risco de ser enganado mil vezes, do que perder uma só vez a revelação capital, que poderá transformar radicalmente uma visão demasiadamente estreita de um Uni[multi]verso ilimitado. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Esforço + Mérito = Illuminação
Há, na Terra, atlantes atualmente, e ainda haverá, até o momento da Grande Escolha, que coincidirá com o reaparecimento do continente desaparecido. Os atlantes de que falo não são aqueles que, adaptando-se às novas circunstâncias, contraíram casamento no seio dos povos junto aos quais deviam prosseguir, solitários, na obra que mencionei, dando origem a novas raças, como Fulbés, por exemplo, na África e em outros lugares. Refiro-me aos atlantes de origem pura – os Magos Brancos Atuais descendentes dos Magos Brancos Atlantes – cuja perpetuação foi assegurada e ainda o é por casamentos rigorosamente mantidos dentro da própria Raça Atlante. Estes atlantes só se casaram com atlantes; assim foi desde a catástrofe, isto é, há quase doze mil anos. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [Uma coisa que não podemos esquecer: os atlantes (4ª Raça-raiz) são os pais desta nossa 5ª Raça-raiz – Ariana – como, no futuro, nós seremos os pais da 6ª Raça-raiz, depois do momento da Grande Escolha. Então, em um certo sentido, os atlantes foram lemurianos (3ª Raça-raiz), como nós, arianos, somos atlantes. A Unicidade Cósmica não se perde nem pode ser destruída.]
Ainda que oculto, o Colégio dos Sábios continua efetivo, pois, é Ele que decide quais descobertas devem ser concedidas à Humanidade, e quais conhecimentos científicos, técnicos e outros, vindos do passado, podem ser divulgados. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [É por isto que, por exemplo, como já comentei, o Prêmio Nobel é um delírio fantasioso da vaidade humana. Ninguém, na verdade, descobre nada de coisa nenhuma; tudo o que, pretensamente, é descoberto sempre existiu e exisitrá para sempre nos Registros Akáshicos – uma espécie de Biblioteca Cósmica ou Internet Unimultiversal – que estão à disposição de quem aprender a acessá-los. Portanto, os chamados descobridores científicos, como, por exemplo, foi o caso de Albert Einstein (Relatividade), de Marie Curie (Radioatividade, Polônio, Rádio), de James Watson e Francis Crick (estrutura do DNA), do brasileiro Joaquim da Costa Ribeiro (Efeito Termomagnético) e de Srinivasa Aiyangar Ramanujan, um matemático indiano, que, sem qualquer formação acadêmica, deu contributos importantes para as áreas da Análise Matemática, Teoria dos Números, Séries Infinitas, Frações Continuadas, entre outros ramos da Matemática, incluindo problemas considerados insolúveis, nada mais foram do que transmissores e amanuenses.]
Srinivasa Aiyangar Ramanujan
Esse Colégio dos Sábios só pode agir em comum acordo com o Alto Conselho do A... [Resumidamente, como explicou Raymond Bernard na sua obra Encontros com o Insólito, o Alto Conselho do A... é constituído por 12 Membros, que se reúnem em Colégio, quatro vezes por ano, em períodos fixos. O Alto Conselho do A... conhece o último ponto que este mundo atingirá em sua evolução. O papel essencial do Alto Conselho do A... é cuidar para que cada etapa esteja concluída no tempo determinado e apressar ou retardar isso, segundo o caso. Na maioria das vezes, o Alto Conselho do A... deve trabalhar para apressar. A Humanidade é livre para atingir o fim de uma etapa, segundo seus próprios caminhos, mas, o novo ponto deve ser conhecido tal como foi estabelecido, e é disso que o Alto Conselho do A... deve cuidar. Naturalmente, ele tem os meios para influir nos acontecimentos, e ele vê para além dos incidentes, inelutáveis por culpa da Humanidade e da dificuldade que ela tem em se adaptar sem choque à novas condições. Bem, se eu tivesse que estabelecer uma Hierarquia Espiritual Unificada que cuida direitinho do nosso Planeta e auxilia fraternalmente a Humanidade, proporia: Shambhala —› Grande Loja Branca —› Alto Conselho do A...]
O Colégio dos Sábios é também, de certa forma, o Governo desta Raça Secreta, cujo número de seres, intencionalmente, é mantido constante. É Colégio dos Sábios que garante, definitivamente, sua existência em todos os campos. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Os atlantes reaparecerão na face da Terra no momento em que a Atlântida ressurgir. Eles estão pelo mundo, em pontos cuidadosamente escolhidos, graças à sua excepcional Sabedoria. As regiões em que estão reunidos ficam situadas em todos os continentes, e são vitais no sentido mais absoluto do termo. São Centros de Força, e os atlantes são, por conseguinte, seus guardiães vigilantes. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Os atlantes zelam, ao mesmo tempo, por uma Humanidade, às vezes, desamparada, e, quase sempre, imprudente. Às vezes, esses alguns milhares de seres, sozinhos, sob a direção de seu Colégio, equilibram os impulsos perigosos, algumas vezes mortais, dos homens inconscientes das perturbações que criam na Energia Uni[multi]versal, sobre a qual se baseia a própria existência da Terra [e da Humanidade]. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Por quê?
Por quê?
Por quê?
Por quê?
Operação Condor! Por quê?
Por quê?
A Ordem, o Método e a Hierarquia regem o Uni[multi]verso.
Animação Simbólica
Toda a Tradição Autêntica emana do Conhecimento Iniciático Atlante.
A Lei da Evolução é rígida [pois, inclui a Lei Educativa da Causa e do Efeito], e ninguém escapa à ela. Tudo deve ser experimentado pelo homem e, em última análise, mesmo a experiência do egoísmo, que será duramente compensada, mais cedo ou mais tarde, tem sua razão de ser.
No plano da evolução individual, o homem se lembra de um paraíso perdido, e o reencontrará quando tiver tomado consciência do quadro exterior que lhe é sugerido. No plano da evolução planetária, também existe lembrança de um paraíso perdido, e este será redescoberto quando as condições forem satisfeitas. Nos dois casos, depois da brutal involução que leva ao fundo do abismo, que se tornará o ponto de partida, é o retorno que começa, e, nos dois casos, a evolução se cumpre para um processo progressivo. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Animação Simbólica
A Lei da Analogia [freqüentemente ligada à Lei da Correspondência (O que está em cima é como o que está embaixo), postula que os padrões e as verdades se replicam em diferentes planos da existência (físico, mental e espiritual), sendo o microcosmo um reflexo do Macrocosmo e vice-versa, permitindo compreender o Unimultiverso e a si mesmo através dessas conexões universais] é verdadeiramente, em todos os campos, a chave dos problemas mais complexos. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Ninguém, em uma determinada encarnação, pode ir além de sua medida e, se esta for atingida, a existência terá sido um verdadeiro sucesso, se constituindo, desta forma, um bom augúrio para a próxima. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
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(Animações Simbólicas)
A tolerância do Iniciado inclui, em primeiro lugar, a intolerância de quem quer que esteja no caminho do retorno. Toda a Humanidade, de fato, tomou agora esse caminho, coletivamente, em direção à Atlântida, a ser reencontrada. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [A palavra-chave para tudo (e não há outra) é coletivamente.
]
As incertezas e as dúvidas são relativas às circunstâncias, ao quadro. [Portanto, as incertezas e as dúvidas dizem respeito apenas a nós, seres humanos, que não sabemos nada. O Unimultiverso é absolutamente certo e harmônico e não tem dúvida de nada.]
A Atlântida sempre esteve, está hoje e sempre estará presente, e, para a Humanidade, sem que, normalmente, esta se dê conta, Ela foi, é e será o Primeiro Objetivo a ser alcançado. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
A cada mudança de era, [a cada mudança de Raça-raiz], é produzido um 'fim de mundo'. Quando o tempo da Grande Escolha se apresentar, poderá ser, pela loucura dos homens, o 'fim do mundo'. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
Tudo o que o nosso século adquiriu em descobertas e em civilização material, a Atlântida possuía, e o mesmo ocorrerá com tudo o que será adquirido a esse respeito no futuro; isto até a hora da Grande Escolha. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
No mundo, em geral, numerosas personalidades-alma atualmente encarnadas já viveram no tempo da Atlântida. Habitaram corpos atlantes e, à medida que o objetivo de que tanto falei for se aproximando, cada vez mais essas personalidades-alma terão retomado lugar na Terra. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [E a maior concentração dessas personalidades-alma atlantes reencarnadas se encontra, hoje, nos Estados Unidos da América. É por isto o povo americano, tecnologicamente, é o mais desenvolvido da Terra. Mas, se este desenvolvimento não se tornar – hoje, agora, já – fraterno, altruísta e solidário... Então, babau!]
Como resultado da Lei Cármica e pelo respeito à noção de responsabilidade, seres responsáveis por uma situação passada tornarão a se encontrar face a uma situação similar e, desta vez, perfeitamente conscientes [e mais apetrechados] da escolha que lhes é proposta. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.] [O grande problema, para muitas pessoas, é que, ao encanarem, esquecem os compromissos assumidos. É por isso, exatamente por isso e só por isso que o processo de aprendizagem (o vai-e-vem e o sobe-e-desce) é longo, enfadonho e árduo. Enfim, o que não podemos fazer, de jeito nenhum, é jogar o milagre bendito da encarnação no lixo. Contra nós, este é o maior crime que poderemos vir a praticar!)
Existe uma surpreendente auto-suficiência matizada de um estúpido orgulho em observações do tipo não vejo nisto nada de novo e isto não me trouxe grande coisa. Quem age como se soubesse tudo, mesmo que assegure o contrário, não está pronto para uma LLuz Maior. [Mais uma vez, didática e educativamente, reproduzo as palavras derradeiras de Émile Dantinne (Sâr Hieronymus): — A gente não sabe nada.]
Um Verdadeiro Ensinamento deve ser apresentado da maneira mais simples, porque só assim é que o objetivo proposto é alcançado. [Haverá ensinamento mais simples do que o desabrochar de uma rosa?]
Alimentar desmesuradamente o intelecto que, apenas, deve necessariamente ser desenvolvido, mas com medida, constitui um obstáculo a mais a ser vencido no caminho. [Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. (Eclesiastes, I: 2).]
A transmissão da Sabedoria Primordial é ininterrupta. Vai de uma galáxia a outra, de um planeta a outro – pelo tempo de existência deste planeta – e se oferece ao ser vivo sob a forma que lhe é adequada. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
A LLuz brilha para sempre, não somente em nosso mundo, mas, também, no Uni[multi]verso inteiro. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
O Império Invisível da Atlântida não é um império não desaparecido ou situado em qualquer plano imaterial, mas, está vivo, hoje, agora, e se perpetua sobre a Terra, no meio dos homens. [O Mestre Desconhecido, apud Raymond Bernard.]
É devido à dualidade do nosso ser que um Terceiro Ponto pode se manifestar, o que faz com que nós sejamos!
SERVIR é uma recompensa, um enlevo, um dom maravilhoso da [personalidade-]alma.
O mundo – o mundo do qual temos consciência – é, em última análise, a projeção da nossa própria consciência. [O verde que você vê não é o verde que eu vejo, o calor que você sente não é calor que eu sinto, o Deus da sua compreensão não é o Deus da minha compreensão. Cada um de nós é o criador do seu próprio mundo, ou seja, como disse Raymond Bernard: um pintor exprime em uma tela virgem o mundo que traz em si mesmo... A maioria das pessoas vive e se move em um oceano colossal de ilusões (+ miragens). Por isto, eu não posso deixar de registrar que a bola da vez do delírio escalafobético donaldiano é a Grønland – a Terra Verde!]
Por quê, Don Fominha?
[Está na hora de você parar de, absurdamente,
desarmonizar a Terra e de apressar as coisas!
Quousque tandem abutere patientia Humanitatis?]
Uma concepção, para ser válida, para se tornar verdade – [mesmo sendo uma verdade relativa, como sempre sói acontecer] – deverá mergulhar suas raízes na experiência e no conhecimento que dela é extraído. Caso contrário, ela não passará de uma especulação meramente intelectual.
Certamente, tudo neste mundo é Iniciação, desde a mais leve dor até a mais intensa alegria interior. [Em outras palavras: tudo é aprendizagem, tudo leva à mudança, tudo é um catalisador, tudo é bom.]
Somos (e nunca deixaremos de ser) o começo e o fim de tudo, mesmo, muitas vezes, sem o compreender. [Por isto o incompreendido Protágoras (Abdera, cerca de 490 a.C. – Sicília, cerca de 415 a.C.), um sofista da Grécia Antiga, cunhou a célebre frase: O homem é a medida de todas as coisas: das coisas que são, enquanto são, e das coisas que não são, enquanto não são.]
Protágoras de Abdera
O plano astral, em si, não está em parte alguma, senão em nós mesmos. A questão, em última instância, é, até o infinito, a do conhece-te a ti mesmo.
Templo de Apolo
O conhecimento adquirido é recebido no nível do subconsciente, para ser, em seguida, percebido, fragmento por fragmento, e, eventualmente, transmitido a outros.
O mundo espera, de cada um de nós, o Serviço.
A Sabedoria Atlante está perpetuada em algumas sociedades secretas autênticas da África [e de outras nações].
A paciência, no campo do conhecimento, jamais é exigida sem uma razão profunda.
A prudência é, na evolução mística, uma lei que não se infringe sem conseqüências graves, e, por vezes, até muito perigosas.
Com firmeza, precisamos aprender a afastar as [anti-]reflexões inúteis [e fúteis]!
Traidor da Pátria
Traidor de Si-mesmo.
Traidor de si-mesmoTraidor da Humanidade.
Traidor da HumanidadeTraidor do Unimultiverso.
Traidor do UnimultiversoZero à Esquerda.
Enfim, faço minhas as palavras de Raymond Bernard: — Obrigado, ó Mestre, por incluir, em instantes como este, minha indignidade no Ritmo Sagrado do Amor Uni[multi]versal...
A Atlântida vive! Somos seus guardiães!
Um Último Comentariozinho:
Sempre que eu tenho a oportunidade de ler uma obra fantástica como essa, quando ela termina e acabo de ler, porque acabou, me dá uma tristeza incrível. Sempre fica aquela sensação de quero mais!
Músicas de fundo:
Close Encounters of the Third Kind - Five Tones Theme
Compositor: John WilliamsFonte:
https://www.youtube.com/watch?v=-JpIjv6XSLM
Rhapsody on a Theme of Paganini, Op. 43,
Compositor: Sergei Vasilyevich Rachmaninoff
Interpretação: piano: Georgii Cherkin; Sofia Philharmony Orchestra; maestro: Uroš LajovicFonte:
https://www.youtube.com/watch?v=TQEpknjUeZg
Páginas da Internet consultadas:
https://www.corujageek.com/desafio-30-dias-de-minimalismo/
https://www.teepublic.com/sticker/4859999-the-five-tones
https://www.dreamstime.com/illustration/aliens-beans.html
https://pngimg.com/image/57902
https://www.dicionarioinformal.com.br/zero+%E0+esquerda/
https://www.dreamstime.com/photos-images/ego-head.html
https://pixabay.com/gifs/heart-love-letter-envelope-mail-17211/
https://medium.com/bemoreootsuk/the-story-of-ramanujan-b71cffa183c4
https://www.bbc.com/portuguese/vert-tra-58722411
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromeleque_dos_Almendres
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rochas_de_Carnac
https://nationalgeographic.de/
https://www.britannica.com/topic/Aton
https://pt.wikipedia.org/wiki/Oricalco
https://medium.com/@ohgodscrewthis/the-ufo-disclosure-problem-e188bbf3c94b
https://anatomiaefisioterapia.com/2019/10/10/conhece-te-a-ti-mesmo/
https://br.pinterest.com/pin/917538124075142543/
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https://www.recantodoescritor.com.br/2010/0
4/16/personalidade-raymond-bernard-0116/https://templarresearch.institute/raymond-bernard/
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https://portal-dos-mitos.blogspot.com/2012/11/oricalco.html
https://audiokarma.org/forums/
https://www.nationalgeographicbrasil.com/histo
ria/2023/04/sera-que-atlantida-realmente-existiuhttps://super.abril.com.br/mundo-estranho/infogr
afico-como-era-a-civilizacao-perdida-de-atlantida/https://pdfcoffee.com/qdownload/o-imper
io-invisivel-raymond-bernard-pdf-free.html
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